FOTOGRAFICAMENTE


ALELUIA, IRMÃS!

A coluna do Ancelmo Gois anuncia as boas novas:

'Estudo do Instituto de Estudos da Religião (Iser) mostra que as presas, ao contrário dos homens, não buscam a religião como alento à solidão. A pesquisa da antropóloga Laura Ordóñez numa prisão de Brasília revela que, entre mulheres, há mais “conversões sexuais” que religiosas — ou mais presas lésbicas que crentes'.



Escrito por Monica às 16h12
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CINCO RAZÕES DAR DIZER IUUPIIIII!

Tudo é motivo para soltar fumaça e dar rasantes de felicidade. Estou num momento 'muito':

1. Amando muito

2. Lendo muito

3. Vendo filmes muito bons

4. Obtendo resultados muito positivos nos trabalhos

5. Conhecendo lugares muito legais

É preciso saber agradecer aos céus quando a vida passa assim, azulzinha, e deixa a gente nessa plenitude, flutuante.



Escrito por Monica às 12h31
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O TEMPERO MUSICAL DO CHORO NA FEIRA

Como admiradora declarada do Choro na Feira (que ouço ao vivo muito pouco porque o horário coincide com meu trabalho na Globo.com), posto aqui o texto da querida Bia Paes Leme, publicado no encarte do novo disco - 'Maxixes, pitombas e afins'. Leia! E compre o álbum! Taí:

Nascido e criado nas Laranjeiras, zona sul do Rio de Janeiro, no coração da feira livre que movimenta as manhãs de sábado na rua General Glicério, o 'Choro na Feira' se tornou, em quase seis anos de atividade ininterrupta, patrimônio cultural inalienável dessa comunidade. É realmente fascinante observar como eles conseguiram trazer para a rua — um espaço essencialmente democrático, aberto a quantos queiram dele usufruir — um gênero musical como o choro, tradicionalmente “de câmera”, elaborado e repleto de sutilezas, sem prejuízo do repertório ou do desempenho .

Mas o que há de tão especial no 'Choro na Feira'? O que faz com que a feira “aconteça” todo sábado? O que faz com que tantos músicos apareçam regularmente ali, seja pra tocar junto, seja pra simplesmente tomar uma cerveja e ouvir?... É o improviso, marca registrada de suas interpretações. É um improviso inspirado no próprio choro, que, como o choro, evolui com a harmonia, dizendo coisas, contando histórias... É irresistível. Depois vem o que a gente gosta de chamar de “feira”, que é o bate-bola em frases curtas entre os improvisadores, uma espécie de desafio em que um aproveita a deixa do outro pra continuar conduzindo a conversa. É lindo, e eles são realmente muito bons nisso. Além do que, essa forma de apresentar a música é evocativa de nossos ancestrais, repentistas anônimos em tantas feiras por esse Brasil afora.

Tem choro, valsa, frevo, maxixe, baião, tudo isso com o toque de originalidade que não faz mais do que revelar o carinho com que eles tratam a música. E ela gosta.

É ouvir e conferir. Boa feira pra todos!



Escrito por Monica às 12h11
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NA DIREÇÃO, JOÃO FONSECA

O diretor João Fonseca (que conheci primeiro nos palcos, na época dourada da companhia Fodidos Privilegiados e agarrei, bêbada, numa virada de ano em Copacabana), pisa em 2006 com o pé direito, reestreando duas ótimas montagens: 'Vereda da salvação' e 'Esses anos estúpidos e perigosos'.

A primeira - em cartaz às terças, às 20h, no Ziembinski (quem levar um quilo de alimento não perecível paga só R$ 5!) - foi escrita por Jorge Andrade e traz a minha linda Roberta Santiago no elenco. A segunda, de George F. Walker, pode ser conferida no Planetário nas próximas quartas e quintas, às 21h. 

Garanto que tudo é muito bom: os textos, os atores, os cenários, as trilhas e o diretor. Não perca!



Escrito por Monica às 10h43
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OUÇA BEM OS SINAIS

'O sinal da vida é entusiasmo.
O sinal do sucesso é sorriso e felicidade'

(Sri Sri Ravi Shankar)



Escrito por Monica às 16h07
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SATISFAÇÃO GARANTIDA OU SEU CABELO DE VOLTA

E lá se foram sete meses entre o último (e catastrófico...) corte de cabelo e este, que fiz hoje cedo junto com a amiga Flavia Meireles. Foi necessária uma dose extra de coragem para permitir que uma tesoura desbravasse novamente minhas madeixas. Diferente da outra vez, quando fiquei, na definição da querida Barbara Mucciollo, com os cabelos 'totalmente anos 80', agora a cabeleira está modernérrima!



Escrito por Monica às 19h16
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OOOOOOPS!

Roberta vai me odiar profundamente por colocar essa foto aqui (risos). O clique é do irmão Nelson Porto, editor do já famoso site Lá na Lapa, que caprichou na hora de pedir pose pras mocinhas, no aniversário do pai da Marcella, o boa praça João Mário Linhares. Isso é que dá fazer festa no Centro Cultural Carioca com direito a cerveja Bossa Nova grátis pra galera!



Escrito por Monica às 15h26
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JULI MARIANO CONVIDA



Escrito por Monica às 14h41
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PESCADOR DE PÉROLAS ATEMPORAIS

Depois de Raphael Rabello, só mesmo quatro violões para partilhar a cena com Ney Matogrosso. É claro que são violonistas muito bons - Marcello Gonçalves, Ricardo Silveira, Zé Paulo Becker e o lusitano Pedro Jóia. Para quem não lembra, Ney fez um disco belíssimo em duo com Raphael, 'À flor da pele', nos meses iniciais da década de 90. Está esgotado em CD há anos e eu mesma, só tenho em vinil.

Enfim, a matéria do amigo Bernardo Araujo (um cara fofo que amo muito!) sobre o novíssimo 'Canto em qualquer canto', com uma breve retrospectiva da carreira do artista assinada pelo vizinho João Pimentel, está imperdível. Leia Momento de Risco aqui!

(Retrato: Camilla Maia)



Escrito por Monica às 10h57
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GRANDE JOÃO: GUIMARÃES

A primeira edição de 'Grande sertão: Veredas' data de maio de 1956, há quase exatos 50 anos. Na matéria principal da revista 'Entre livros' deste mês, Daniel Piza ensina como se deve entrar no universo literário de João Guimarães Rosa.

'Muitas pessoas têm dificuldade com o livro, pelo tamanho e pela linguagem. O melhor a fazer é, antes de tudo, passar por 'Sagarana' e por pelo menos algumas histórias de 'Corpo de baile'. Depois, ao chegar a 'Grande sertão', é persistir. Como toda poesia, a vontade de ler em voz alta é grande; tente com um sotaque amineirado e um ritmo mais acelerado que o normal, e assim você achará a prosódia'.

Ahhh, bom...



Escrito por Monica às 13h15
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CORUJICE DE ASSESSORA DE IMPRENSA (RISOS)

A 'Discolândia' de hoje traz uma matéria caprichadíssima, escrita pelo amigo João Pimentel, sobre a flautista Andrea Ernest Dias. Dê um 'confere' no que Janjão acha dos dois álbuns mais recentes da Deda: 'Andrea Ernest Dias e Tomás Improta', o primeiro - de uma carreira de mais de 25 anos - no qual ela mostra a cara pra valer e 'Paru', novo do ótimo Pife Muderno, grupo do qual ela faz parte sob a batuta de Carlos Malta. Leia tudo aqui!

(Foto: Ana Branco)



Escrito por Monica às 15h37
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COISA MAIS LINDA
(Vinicius de Moraes e Carlinhos Lyra)


Coisa mais bonita é você, assim
Justinho você, eu juro
Eu não sei por que você
Você é mais bonita que a flor
Quem dera a primavera da flor
Tivesse todo esse aroma de beleza
Que é o amor
Perfumando a natureza numa forma de mulher

Porque tão linda assim
Não existe a flor
Nem mesmo a cor não existe
E o amor
Nem mesmo o amor existe

E eu fico um pouco triste
Um pouco sem saber
Se é tão lindo o amor
Que eu tenho por você

(Mary Stuart Masterson e Mary-Louise Parker numa bela cena do filme 'Tomates verdes fritos', dirigido por John Avnet em 1991)



Escrito por Monica às 12h52
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FELICIDADE À TOA

Eu e Roberta, com as nossas caras tortas e apaixonadas



Escrito por Monica às 11h37
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O CENTENÁRIO DO MESTRE RADAMÉS

Para quem gosta da boa música e quer saber um pouco mais sobre a vida e obra do mestre Radamés Gnattali, é imperdível a matéria do bamba João Máximo, Gigante redescoberto, que foi publicada na capa do Segundo Caderno desta quinta-feira cheia de emoções (sim, reencontrei um dos meus encantadores sobrinhos, o Augusto, um lindo rapaz de 22 anos, depois de uma década, mas isso é assunto para outro post).



Escrito por Monica às 23h42
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DIA DO GERALDO AZEVEDO!

Gosto muito da obra desse cara, que canta e compõe e toca uma viola como ninguém. Parabéns para o grande Geraldo Azevedo, que faz 61 anos nesta quarta-feira ensolarada como suas canções.

INCLINAÇÕES MUSICAIS
(em parceria com Renato Rocha)

Quem inventou o amor
Teve certamente inclinações musicais
Quantas canções parecidas
E tão desiguais
Como as coisas da vida
Coisas tão parecidas
Feito impressões digitais
No violão essa mesma subida
Na voz a rima de sempre
Coração essa mesma batida
Que bate tão doferente
Quando acontece na gente
O mesmo amor
É um amor diferente demais
Quem inventou o amor
Teve certamente inclinações musicais



Escrito por Monica às 16h31
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SOPROS INDÍGENAS NA PRAÇA TIRADENTES

Carlos Malta e Pife Muderno (Andrea Ernest Dias, Marcos Suzano, Oscar Bolão e Durval Pereira) lançam hoje, e nas próximas terças deste mês, sempre às 21h, no Centro Cultural Carioca, o álbum 'Paru', que é inspirado na música dos índios Yawalapatis, habitantes do Alto Xingu. Ingressos a R$ 15.



Escrito por Monica às 12h55
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LUZ SOBRE OS BASTIDORES

A amiga Roberta Oliveira publicou hoje no Segundo Caderno d´O Globo uma reportagem excelente sobre os graves problemas que assolam o mercado carioca de teatro. Para jogar um foco de luz sobre a questão, ela recolheu as opiniões de artistas como Marieta Severo, Marco Nanini, Guti Fraga e até a bem aventurada Mônica Martelli, no momento em mais uma temporada de muito sucesso da peça 'Os homens são de Marte e é para lá que eu vou' (di-ver-ti-dís-si-ma, por sinal). Entre as queixas mais pesadas, constam escassez de palcos e patrocínio, além, é claro, de ingressos caros para o público, mas que não pagam os custos básicos de nenhuma montagem.

Leia a matéria Em cena, a crise do teatro carioca enquanto a cortina ainda não caiu



Escrito por Monica às 16h20
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ELZA ENTRE TROFÉUS E CERVEJAS

Domingo, sol a pino, manhã e tarde inteirinhas a serviço da Globo. É aniversário do Paulo André, ou seja, a primeira chance do ano de encontrar uma parte da turma da escola. Alta culinária suburbana: angú, mocotó e rabada - três iguarias que, definitivamente, nunca apreciei. Mas a festa vale para dar um abraço no amigo e beber uma cerveja com a galera. Toco a campainha da cobertura e uma senhora sorridente me recebe. Assim que entro, dou de cara com a Elza Soares. Volto meu passo inicial e olho para o número 1201, em cima da porta. Esboço os pedidos de 'desculpa, acho que errei o número', até que surge o aniversariante todo serelepe e ouço gritarem meu nome da, descobri segundos depois, ampla varanda de frente para o mar de Copacabana. Relaxo total.

Um gole na gelada pra lá, outro pra cá, e eu me esqueço da presença da cantora na festa. É quando preciso usar o banheiro. Giro a maçaneta e olho direto para um troféu, onde constam uma caricatura da Elza e o nome dela embaixo. 'Bem, agora ficou óbvio que estou na casa dela'. Enxugo as mãos numa toalhinha branca também com o nome da artista, desta vez bordado. A noite avança e chega Roberta, minha namorada. O amigo de infância a busca na porta e apresenta à família. É quando desvendo todo o mistério, sem mistério algum. Pô, era só perguntar pro Paulo André: A Elza Soares é AVÓ dele...



Escrito por Monica às 13h19
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VIOLÊNCIA CONCRETA

Está vendo essa bela paisagem do Rio de Janeiro? Pois bem, imagens nos moldes desta, da Urca, agora fazem parte da rotina dos cariocas de um jeito muito peculiar. Explico: Um artista plástico - que pede anonimato - clicou diversos cartões postais da cidade e imprimiu as fotos em painéis com a finalidade de amenizar a vida de pacientes terminais do Hospital do Câncer, em Vila Isabel. O motivo? Bem... Enfim... O motivo são as balas perdidas que, há cerca de um ano, obrigaram os diretores de alguns hospitais localizados nos arredores das favelas a proteger os edifícios, visto que suas paredes e janelas passaram a ser alvejadas com muita freqüência. Consta que há casos até de doentes baleados.

É importante que você leia a matéria Bala perdida leva hospital a concretar janelas (de Rogério Daflon, publicada n´O Globo deste domingo) para ficar bem por dentro da guerra urbana na qual todos nós estamos alistados, por eleição ou imposição. Eu escolho buscar alternativas para tanta violência...



Escrito por Monica às 16h05
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CONTOS INSTANTÂNEOS - EXERCÍCIO 8

VIGÍLIA
(Monica Ramalho)

A camiseta branca respingada de sangue, muita gente correndo em direções sortidas. Grito para ela seguir pela direita e depois, sempre em frente. Uma tocha é lançada conta o meu corpo, agora também um foco de incêndio em plena guerra do tráfico.

No susto, arregalei os olhos atrás da confirmação do meu óbito. A namorada dormia enrolada no edredom sobre lençóis quentinhos, com aquela carinha inocente escarafunchada bem no meio do travesseiro. Beijei-a, aspirando forte o cheiro da boca, do canto do nariz, da têmpora um pouco suada. Beijei-a, me encolhendo ao máximo para caber no abraço sonolento.

- Vigília de novo, amor? - sussurrou, enquanto lutava contra o peso natural das pálpebras adormecidas.
- Só um pesadelo, entre tantos sonhos bons. Sabes que amo-te, não sabes?



Escrito por Monica às 20h53
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CINCO FILMES VISTOS NOS CINCO DIAS INICIAIS DO ANO

Pois é. Pouca gente sabe, mas comecei a vida proletária numa locadora de vídeo. Fiquei só um mês (rá! fui demitida!), mas transcorreu numa fase em que, gordíssima e zero porcento interessante, meus programas de TODAS as noites de sexta e sábado eram: comprar duas garrafas de um vinho vagabundo mais pão de queijo & ficar em casa devorando junto com tudo quanto é tipo de filme. Depois vieram a faculdade e os cinemas de Botafogo. Foi quando aprendi a amar Truffaut, Hitchcock, Bergman, Glauber, Malle e outros tantos.

Pelo rodar do cinematógrafo nestes primeiros dias do ano, creio que boas horas dos próximos meses serão dedicadas à sétima arte. Estou muito apaixonada por um filme em especial (o que encabeça a lista) e até comprei o livro 'Cidade de Deus', do Paulo Lins, para entrar um pouco mais no cotidiano cruel das favelas cariocas. E pensar que nessa época trash da equação álcool + culinária mineira + VHS, morava com minha família no comecinho da Edgard Werneck, em Jacarepaguá, que desemboca justamente na Cidade de Deus. Tô aqui pensando em como a vida da gente é cíclica, né?

Taí a lista. Pode comentar sobre os filmes:

1. Notícias de uma guerra particular (João Moreira Salles, 1999)

2. Santa Marta - Duas semanas no Morro (Eduardo Coutinho, 1987)

3. Quase dois irmãos (Lucia Murat, 2005)

4. Nós que aqui estamos, por vós esperamos (Marcelo Masagão, 1999) 

5. Coisa mais linda (Paulo Thiago, 2005)



Escrito por Monica às 12h37
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VAMOS FAZER COMO AS GIRAFAS?

E para começar o ano, lá vai a imagem de uma girafa no exato instante em que tasca uma beijoca em seu filhote, nascido quatro dias antes, num zoológico de Kuala Lumpur, capital da Malásia (é claro que isso é 'cola', visto que nunca fui boa em capitais... risos).

Um 2006 com muitos beijos para você!



Escrito por Monica às 14h52
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